Património Arquitetónico Civil

Edifício mandado construir pelo proprietário e benemérito local José Nogueira Vaz Monteiro, que destinou o seu rendimento à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Sor. Foi inaugurado a 16 de Fevereiro de 1936, com uma conhecida comédia do dramaturgo D. João da Câmara, intitulada «Os Velhos», representada pela Companhia Rey Colaço – Robles Monteiro, do Teatro Nacional D. Maria II.

Edifício construído no início da década de 1920, de raiz, para albergar a Fábrica propriedade da Sociedade Industrial, Lda., constituída na mesma altura. Localiza-se junto a uma das duas principais artérias de Ponte de Sor, numa zona estratégica equidistante do centro da então vila e da Estação de Caminho-de-ferro. Apresenta um estilo arquitetónico típico da função industrial e da época, do qual se encontram exemplares semelhantes desde logo em concelhos vizinhos.

Edifício datado de 1886, albergou, para além dos serviços do Município, o Tribunal da Comarca e a Cadeia de Ponte de Sor. Construído em alvenaria, foram responsáveis pela obra António Maria Carvalho (pedreiro) e José Ferreira Pimenta (carpinteiro).

Trata-se de uma edificação contemporânea da Ponte sobre a Ribeira de Sor, tendo sido construída em 1828, no reinado de D. João VI. Ligava a vila de Ponte de Sor à de Galveias, através de uma estrada entretanto desaparecida, mas cujas lajes de pedra ainda se encontram parcialmente visíveis junto a este monumento.

O nome de Ponte de Sor deriva do monumento de origem provavelmente romana construído sobre a Ribeira de Sor, em cuja margem direita a cidade se situa. É possível que essa primeira ponte, de que hoje não restam quaisquer vestígios, tenha integrado uma das vias romanas que ligavam Mérida (Emerita Augusta), capital da província da Lusitânia, a Lisboa (Olissipo).

Mapa de Ponte de Sor